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Vamos conversar um pouco sobre saúde... ter ☞ um dedo de prosa.
Não podemos ficar de mãos atadas diante do autismo, pois a proatividade e a busca por informação são os caminhos mais eficazes para apoiar o desenvolvimento de uma pessoa autista.
Não podemos ficar de mãos atadas diante do autismo, pois a proatividade e a busca por informação são os caminhos mais eficazes para apoiar o desenvolvimento de uma pessoa autista.
O autismo não é uma doença, mas sim um transtorno do neurodesenvolvimento conhecido cientificamente como Transtorno do Espectro Autista (TEA). Diferentemente de uma doença, como a gripe ou o diabetes, por exemplo, que são alterações biológicas com causas específicas e conhecidas e sintomas definidos, passíveis de tratamento ou cura, o autismo é diferente.
Isso significa que o cérebro de uma pessoa autista funciona de maneira única, com uma forma distinta de processar informações, sentir, comunicar-se e interagir com o mundo. Por não ser uma patologia ou enfermidade, o autismo não tem cura; ele acompanha a pessoa por toda a vida, fazendo parte de sua identidade e da diversidade humana (neurodiversidade).
Um transtorno é uma variação ou alteração no desenvolvimento biológico, psicológico ou mental. No caso do autismo, ele afeta principalmente a comunicação, a socialização e os padrões de comportamento.
Isso significa que o cérebro de uma pessoa autista funciona de maneira única, com uma forma distinta de processar informações, sentir, comunicar-se e interagir com o mundo. Por não ser uma patologia ou enfermidade, o autismo não tem cura; ele acompanha a pessoa por toda a vida, fazendo parte de sua identidade e da diversidade humana (neurodiversidade).
Um transtorno é uma variação ou alteração no desenvolvimento biológico, psicológico ou mental. No caso do autismo, ele afeta principalmente a comunicação, a socialização e os padrões de comportamento.
Uma pessoa autista pode ter facilidade ao aprender idiomas ou tocar piano, por exemplo, mas terá dificuldade em abotoar corretamente uma camisa social ou amarrar os cadarços dos sapatos.
Por que é chamado de espectro? O termo “espectro” é utilizado porque o autismo se manifesta de forma única em cada indivíduo. Não existem duas pessoas autistas iguais. De acordo com os manuais de diagnóstico atuais (como o DSM-5 e a CID-11), mas esses são termos médicos complexos; não vale a pena entrar em detalhes sobre eles aqui. Mas vale esclarecer que o diagnóstico do autismo é categorizado por três níveis de suporte: leve, moderado e severo.
O Nível 1 (Leve) — Aplica-se quando o indivíduo tem autonomia, mas necessita de suporte sutil para organizar rotinas, lidar com interações sociais ou gerenciar mudanças inesperadas.
O Nível 2 (Moderado) — Aplica-se quando há uma necessidade maior e mais visível de suporte para lidar com as demandas da vida cotidiana e da comunicação social.
O Nível 3 (Severo) — Aplica-se quando é necessário um suporte substancial, contínuo e especializado devido a desafios significativos relacionados à comunicação verbal e à autonomia nas atividades cotidianas.
Por que é chamado de espectro? O termo “espectro” é utilizado porque o autismo se manifesta de forma única em cada indivíduo. Não existem duas pessoas autistas iguais. De acordo com os manuais de diagnóstico atuais (como o DSM-5 e a CID-11), mas esses são termos médicos complexos; não vale a pena entrar em detalhes sobre eles aqui. Mas vale esclarecer que o diagnóstico do autismo é categorizado por três níveis de suporte: leve, moderado e severo.
O Nível 1 (Leve) — Aplica-se quando o indivíduo tem autonomia, mas necessita de suporte sutil para organizar rotinas, lidar com interações sociais ou gerenciar mudanças inesperadas.
O Nível 2 (Moderado) — Aplica-se quando há uma necessidade maior e mais visível de suporte para lidar com as demandas da vida cotidiana e da comunicação social.
O Nível 3 (Severo) — Aplica-se quando é necessário um suporte substancial, contínuo e especializado devido a desafios significativos relacionados à comunicação verbal e à autonomia nas atividades cotidianas.
Devemos lidar com as pessoas autistas com cuidado, mas sem tratá-las como desiguais; essa condição do neurodesenvolvimento, que altera a forma como o indivíduo se comunica, interage socialmente e percebe o mundo, não torna a pessoa autista “deficiente” no sentido de ser incapaz. Por não se tratar de uma doença, mas sim de uma forma de neurodivergência que é parte integrante da pessoa, ela permite que o indivíduo funcione bem na sociedade, apesar de suas limitações. Afinal, quem de nós não possui limitações em relação a certas tarefas que não conseguimos realizar?
O dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Saúde a todos! — Drª. Jéssica Mayra
O dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Saúde a todos! — Drª. Jéssica Mayra
Você aborda os temas escolhidos com muita clareza. Conheço algumas pessoas autistas, e você as descreveu muito bem.
ResponderExcluirNova Tirinha Publicada. 😼
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Da un poco de miedo encasillar a las personas, tengo muy malas experiencias con la psicólogia, es demasiado cuadriculada. Un abrazo, gracias por tu comentario.
ResponderExcluirInteresting post. I read your words with interest.
ResponderExcluirYou are a neurosurgeon, and I have a question for you: have you heard of the neurosurgeon Professor Andrzej Maciejczak???
I'd like to ask you for an answer.
Jessica esse é um assunto importante e necessário, concordo com você que temos saber lidar com as pessoas autistas com cuidado, excelente post desejo uma ótima quarta-feira bjs.
ResponderExcluirOlá Dra. Jessica, o seu texto é claro, didático, e muito auxilia para o esclarecimento sobre o Autismo.
ResponderExcluirRealmente, é necessário conhecer e incluir o autismo na sociedade .
Parabéns pelo texto. Tenha uma excelente noite.
Beijos!
Bom dia, Dra Jessica
ResponderExcluirObrigada pela presença no meu blog, gostei muito. Ótimas informações! Saber lidar com as pessoas autistas com empatia e compreensão faz toda a diferença para construirmos um ambiente mais inclusivo. Um forte abraço.
Hola
ResponderExcluirCreo que lo has explicado muy bien para aquellas personas que no tienen claro lo que es este trastorno y la comprensión y apoyo hacen que estas personas y sus familiares puedan tener una vida más fácil.
Besotesssssssssssss
Es un tema muy delicado y como bien dices cada caso es distinto. Mi sobrina tiene un niño con este síndrome y la verdad es que ahora tiene un poco de descanso desde que el niño va a un colegio especializado.
ResponderExcluirGracias por tus magníficos e interesantes post.
Un abrazo
O assunto me interessa particularmente, pois tenho um filho portador do Espectro.
ResponderExcluirMuito honrado com sua visita, Dra.
Está aqui uma bela prosa que tenho certeza que encantará a todos nós
ResponderExcluirda Blogosfera! Maravilhoso será esse Blog!
Uma feliz continuação de semana.
Um abraço daqui do Sul do Brasil.
Olá, Dra. Jéssica,
ResponderExcluirEmbora séries como "The Good Doctor", por exemplo, tenham trazido visibilidade ao autismo, elas ainda são produções roteirizadas. Ver autistas em ambientes sociais e interações reais traz uma perspectiva muito mais autêntica, humana e diversificada do espectro.
O transtorno do espectro autista é uma condição séria que afeta o neurodesenvolvimento, sendo o afeto uma das ferramentas mais poderosas para o desenvolvimento e a inclusão.
A aceitação e a empatia nas interações cotidianas transformam a vida de pessoas autistas e de suas famílias. O afeto ajuda a criar um ambiente seguro, o que reduz a ansiedade e fortalece a comunicação.
Gostei da sua abordagem!
Um carinhoso abraço!!!
Dear Jessica, in my post from August 12th, I talked about a book in which one of the main characters is a boy with autism. This boy, Yaroslav, does things that are unusual for someone with autism.
ResponderExcluirMuy interesante, agradezco mucho que nos ilustres en esto que es muy frecuente.
ResponderExcluirUn abrazo!